Entre textos em prosa que tem cara de poesia (Adoro escrever com frases soltas e, elas umas sob as outras ficam parecendo um poema) e narrativas prosadas em tom poético, expresso o que de mais louco e espontâneo surge em minha mente. Espero que goste(m), aliás, acredito que é o que acontecerá. Afinal, quem disse que é ruim ser insano? Descubra isso...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Proverbio
Banalidades cotidianas, é nisso que estamos envoltos a todo tempo. Um diz que surgiu mais uma mulher fruta pra salada, outro que o irritante Rebolation que pertubou até os meus sonhos tem um hit sucessor, mais tarde recebo a bombástica notícia de que o grande Jacaré vai ser pai. No entanto, não vejo nada disso como banalidades, mas sim futilidades. Banalidades são as atitudes mais simples e espontâneas da alma no dia-a-dia . É o pensar alto, o falar sozinho, o xingar a si mesmo, dizer um palavrão involuntariamente. Banalidades não são ruins, só são banais. É aí que o proverbiar torna-se diferente da simples fala, pois esta é consequência dos fatos e inconsequente nos atos. Proverbiar vai além disso, é por verbo e pensamento em sincronismo, é torná-los simbióticos de forma a transcender o limite do simples dizer, é ter o controle do que é dito e ouvido. É ser tudo e ser só isso, é um hábito que não sei definir de modo preciso, só sei que não simplesmente falo, mas sim proverbio.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Chegando - É só isso mesmo

"Não sou daqui, não me sinto parte integrante da obra, me vejo como um estranho num ninho de cobra". Emicida
Faço questão de desde já livrar-me de qualquer compromisso com as Letras nas quais estarei formado daqui a pouco tempo, pois não quero ser um auto-ditador que aplica sobre si uma repressão gramatical, o clima aqui é de liberdade. Liberto meus pensamentos para escrever qualquer coisa, mas não de qualquer jeito, essa é a ideia. Espero poder nas próximas postagens escrever coisas mais inteligentes que esta intro que não passa de um improviso, mas por enquanto é só isso mesmo.