Entre textos em prosa que tem cara de poesia (Adoro escrever com frases soltas e, elas umas sob as outras ficam parecendo um poema) e narrativas prosadas em tom poético, expresso o que de mais louco e espontâneo surge em minha mente. Espero que goste(m), aliás, acredito que é o que acontecerá. Afinal, quem disse que é ruim ser insano? Descubra isso...
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Ode ao ser abstrato
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Com o Machado na mão
Virei Machado de Assis cover agora? Que ideia! Não tenho nada a ver com ele, não poderia ter. É verdade, um dos maiores escritores brasileiros, mas não pra mim, acho o Maurício de Sousa bem mais legal. Acho Lourenço Mutarelli, mais legal. Ironia, se tem alguma coisa que gostava no Machado era a ironia. Todo mundo fala da ironia machadiana, e, não posso negar, é fantástica mesmo. E as temáticas? Ótimas também. Mas é só. Já elogiei demais para quem não gosta desse tal Machado. Escrever como se fosse um defunto-autor, um cara que conta sua vida depois de morto. Absurdo. Absurdo e genial. Realmente genial. Escrever uma história de amor onde há uma (suposta) traíção que até hoje é discutida como último capítulo de novela. Igualmente primoroso.
Mas não pensem que mudei de ideia, continuo odiando Machado, exceto sua ironia, que de certa forma vejo em minhas palavras também.
Peguei o livro, tirei a poeira de cima, de baixo e dos lados. Olhei fixamente pra ele por alguns segundos enquanto pensava o que faria com aquilo... o que faria com aquilo?
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Talvez fugir não seja a melhor opção
Acharam que eu ia sucumbir.
Acharam que eu ia parar.
Acharam que sou só mais um.
Achei que pensaram que eu ia sucumbir.
Que eu ia parar.
Mas... eu sou só mais um.
Por que alguém acharia alguma coisa sobre mim?
Será que não sou eu que devia me achar?
Ou será que me acho demais pra achar que achariam alguma coisa de mim?
Não sei. Não sei, e pronto!
É muito achismo pra pouco certesismo.
Pelo menos é o que eu acho. É, eu acho que acho.
Bem, chega de tentar achar. É hora de encontrar, ser, produzir.
Pra isso aqui estou.
Tentei fugir.
Tentei negar a mim mesmo três vezes.
Mas pra quem traz dentro de si o impulso louco de agir, três vezes são muita coisa.
Não nasci pra ser um covarde. Com certeza, não. Tentei, mas, não.
É... talvez fugir não seja a melhor opção.
Opção?
Quem me deu alguma opção?!
Quem me mostrou alguma alternativa?!
...
Pensando bem, eu não dependo das alternativas nem das opções alheias.
Crio as minhas. Não é petulância não, é vida.
É vontade de viver!
Vontade de viver... vontade de viver...
Vontade de viver?!
Vontade de viver, não.
EU VIVO! Vivo do meu jeito.
Sobrevivo perfeitamente sem televisão.
Sou muito mais que um perfil no Facebook.
Não sou de plástico, muito menos de ferro.
Não sou perfeito, eu erro.
Eu erro!
Eu erro!
Eu erro!
Eu erro, mas eles são todos tão perfeitos.
Os da TV, os do Facebook.
Será que só eu erro?
Erro mesmo, e daí?
Sou livre, livre pra errar.
Ninguém manda em mim.
Eu erro o quanto quiser.
Ninguém manda em mim.
Faço o que me der vontade.
Se papai e mamãe deixarem, é claro.
Mas chega, chega disso tudo.
Com certeza fugir não é a melhor opção.
Mas, e dar de frente com o tudo dessa forma?
Não sei, novamente não sei.
Apenas não quero ser rótulado como mais um praticante da estupidez vã que guia os homens.
Não quero ser o indivíduo apenas.
Quero ser a voz que entoa em coro.
Pra que ser um, se dá para ser todos.
Todos. Todos juntos.
Se juntos, com certeza fugir não é a melhor opção.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Solidariedade
quarta-feira, 30 de março de 2011
Perfeição
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Proverbio
Banalidades cotidianas, é nisso que estamos envoltos a todo tempo. Um diz que surgiu mais uma mulher fruta pra salada, outro que o irritante Rebolation que pertubou até os meus sonhos tem um hit sucessor, mais tarde recebo a bombástica notícia de que o grande Jacaré vai ser pai. No entanto, não vejo nada disso como banalidades, mas sim futilidades. Banalidades são as atitudes mais simples e espontâneas da alma no dia-a-dia . É o pensar alto, o falar sozinho, o xingar a si mesmo, dizer um palavrão involuntariamente. Banalidades não são ruins, só são banais. É aí que o proverbiar torna-se diferente da simples fala, pois esta é consequência dos fatos e inconsequente nos atos. Proverbiar vai além disso, é por verbo e pensamento em sincronismo, é torná-los simbióticos de forma a transcender o limite do simples dizer, é ter o controle do que é dito e ouvido. É ser tudo e ser só isso, é um hábito que não sei definir de modo preciso, só sei que não simplesmente falo, mas sim proverbio.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Chegando - É só isso mesmo

"Não sou daqui, não me sinto parte integrante da obra, me vejo como um estranho num ninho de cobra". Emicida
Faço questão de desde já livrar-me de qualquer compromisso com as Letras nas quais estarei formado daqui a pouco tempo, pois não quero ser um auto-ditador que aplica sobre si uma repressão gramatical, o clima aqui é de liberdade. Liberto meus pensamentos para escrever qualquer coisa, mas não de qualquer jeito, essa é a ideia. Espero poder nas próximas postagens escrever coisas mais inteligentes que esta intro que não passa de um improviso, mas por enquanto é só isso mesmo.